Relato de viagem: Pelas praias do Ceará

Depois de quase 2 semanas, consegui um tempinho para parar e escrever como foi a semana que passei pelas praias do Ceará. Para começar, tenho que confessar que metade do roteiro pretendido não foi cumprido (clique aqui para ver post com roteiro completo). Alguns motivos: dias nublados, vontade de repetir praias, o friozinho e a cama nos chamando… Mas não vamos entrar em detalhes… 😉

MORRO BRANCO

Como planejado, começamos a semana na praia do Morro Branco. Ficamos hospedados na Pousada Ocas do Índio, um lugar incrível, com decoração temática e estrutura super bacana. Optamos pelo quarto com ar-condicionado e nos colocaram em um com capacidade para até 5 pessoas.

Como chegamos na pousada quase no fim da tarde, ficamos por lá mesmo e aproveitamos para jantar. Na primeira noite, pedimos um prato de Strogonoff de Carne (confesso que não recordo o valor, mas era compatível com outros restaurantes de Fortaleza). Aproveitando que a praia ficava aos nossos pés, fomos tomar banho de mar à noite.

No dia seguinte, tomamos o café da manhã oferecido (que é excelente) e fomos dar uma volta pela praia do Morro Branco. Por lá, vários buggueiros nos ofereceram passeios pelas falésias e pelas dunas (os valores variaram de R$80 a R$150 – procure e negocie bem o preço antes de fechar passeio por lá), mas optamos por fazer nós mesmos esses passeios utilizando as trilhas disponíveis. Descemos pelo labirinto de falésias (nesse momento, escute ao fundo um suspiro!), tomamos banho no mar, voltamos para a trilha do Parque Nacional das Falésias e seguimos até o farol.

Ao final da trilha, fomos até a cidade de Beberibe (município-sede da praia do Morro Branco) fazer umas comprinhas básicas de primeira necessidade. Nesse dia não almoçamos, apenas lanchamos quando voltamos para a pousada. À noite, jantar por lá também e pedimos Lagosta (nos surpreendeu o valor do prato, que não passou de R$ 60,00). Depois do jantar, pegamos umas bebidas e fomos novamente para a praia, observar as estrelas, conversar e curtir o clima…

Na manhã seguinte, final da nossa estadia, fomos até o Parque Eólico do Morro Branco, que fica a mais ou menos 1km da pousada. Recomendo ir de carro, já que é meio deserto. No caminho até lá, nos deparamos com um visual paradisíaco, quase um oásis no meio da estrada, e com alguns habitantes locais que quase não nos deixaram chegar até lá.

Os nossos dias no Morro Branco foram mágicos, pois o lugar propicia um encantamento e o clima romântico e o atendimento da equipe da Oca foi muito bom. Pena que ficamos tão pouco tempo por lá.

BARRO PRETO

Na tarde da terça-feira, arrumamos nossas coisas e rumamos em direção à praia do Barro Preto, no Iguape. Confesso que depois do Morro Branco, meio que nos decepcionamos com essa nova praia. A pousada onde ficamos, Marina do Barro Preto, até que não é ruim, mas falta muito de infra-estrutura (por exemplo, não há muros na frente da pousada), sem contar que durante a semana, a equipe da pousada NÃO fica por lá, e como no período em que nos hospedamos só haviam 2 chalés ocupados (o nosso e outro), essa falta de estrutura e cuidado com os hóspedes gerou um clima de insegurança. Para piorar a situação, o local onde a pousada fica estava beeeeeeem deserto no período e a praia não era tão perto quanto na primeira praia (ficava a coisa de 2 quarteirões). Por essa razão, quase não tiramos fotos de lá.

Para completar, chegamos no Marina do Barro Preto e o chalé não estava arrumado, mesmo eu tendo feito reserva com bastante antecedência e dias antes ter confirmado nossa reserva. Enquanto esperamos que a arrumadeira chegasse à Pousada, fomos dar uma volta na praia. Como tudo ficava meio longe, acabamos não saindo a noite para jantar, pois também esperávamos uns amigos que acabou por não chegar nesse dia.

Pela manhã, tomamos o café oferecido e ficamos esperando nossos amigos chegarem e se instalarem. Quando estava tudo ok, fomos até a Praia do Presídio, que fica no caminho até Barro Preto e ficamos no restaurante à beira-mar da Pousada Donana. Almoçamos por lá (foram pedidos ensopado de camarão – não recomendamos pela quase ausência de camarão – e camarão a quatro queijos, que valeu a pena). Depois de almoçar, retornamos para a pousada, de onde só saímos para jantar no Centro das Tapioqueiras, que fica na CE-040, próximo à cidade de Eusébio, no caminho de volta para Fortaleza.

Na manhã seguinte, novamente tomamos o café de lá (que estava menos sortido do que o do dia anterior), arrumamos nossas coisas e deixamos o Barro Preto.

CUMBUCO

Antes de ir ao Cumbuco, fomos pegar uns lençóis e ventilador para, já que ficaríamos hospedados no apartamento de uma amiga. Chegamos na praia no final da tarde. Arrumamos as coisas e acabamos não saindo do condomínio, pois nossos planos eram ir ao Beach Park no dia seguinte cedo e à noite um passeio de veleiro. Como o dia seguinte amanheceu nublado, a preguiça dominou e acabamos não indo ao parque aquático. Aproveitei para tomar banho de piscina por lá mesmo. À noite, voltamos para Fortaleza, já que o passeio de veleiro, que foi comprado numa oferta do site Barato Coletivo, saia da avenida Beira-mar. Antes do passeio, fomos à feirinha de artesanato na mesma avenida, para ver as lembranças que um dos meus amigos iria levar para a cidade dele. Como o horário já não permitia tanta busca, optamos por fazer as compras no dia seguinte. Fomos então ao passeio, que saiu cerca das 22h e retornou as 1h, mas foi aquém do esperado (não recomendo!).

Voltamos ao Cumbuco, pois queríamos aproveitar bem o último dia da viagem. Acontece que novamente o dia amanheceu nublado e ficamos morgando. Saímos no final da tarde para dar uma volta na praia, quando o sol já estava quase se pondo, e pudemos ver o visual lindo da praia ao entardecer.

Voltamos para o apartamento, arrumamos as coisas, nos arrumamos e voltamos para Fortaleza de vez. Fomos novamente à feirinha de artesanato da Beira-mar, compramos algumas coisas, fomos jantar no Vignoli (Rua Prof. Dias da Rocha, 430 – Meireles), pizzaria super charmosa, com clima intimista e perfeito para casais, que serve pizzas de massa superfinas e crocantes, que se comem com a mão, e de lá fomos para o Fiteiro Praia (av. Santos Dumont, 7750 – Praia do Futuro), um misto de barzinho e casa de show com atrações de diferentes estilos musicais a cada dia, para esperar a hora do voo do meu amigo, que tornaria para a cidade dele na madrugada de sábado para domingo.

Em resumo, a semana foi boa, muito boa, mas o tempo nublado impossibilitou que visitássemos todas as praias que eu havia planejado, mas em cada uma praia, várias lembranças ficaram.

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