Adiós, Pucón

20/04/2013

O último dia em Pucón acordou preguiçoso, mais lento e mais frio. Só levantei da cama ao meio dia e completamente sem coragem, mas a fome foi mais forte do que eu. Como Pucón é muito pequenininha, consegui andar a pé por toda cidade, já que nos outros dias não ficamos no centro dela.

Nessas caminhadas, passei pelo Casino Enjoy (calle Miguel Ansorena, 121), mas não me arrisquei a entrar e perder dinheiro.

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Segui até uma feira de artesanato que fica na praça principal de Pucón e, em linha reta, cheguei ao Lago Villarrica.

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Voltando do Lago, passei novamente pela praça e lá, enquanto tirava fotos, ganhei de um vendedor uma linda flor de madeira (pena que, durante minhas andanças, a flor caiu da minha bolsa e eu não vi =/).

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Pegando a Calle O’Higgins, passei em frente à prefeitura de Pucón, onde fica o sinal de alerta de atividades vulcânicas. Como contei no post da escalada, o vulcão Villarrica entrou em erupção pela última vez em 2008, então a cidade vive em constante preocupação, de olho no vulcão.

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Enquanto caminhava pela rua principal (O’Higgins), me senti em Gramado/RS. O estilo arquitetônico muito semelhante, o clima frio e o fato das duas cidades serem essencialmente turísticas me fizeram sentir mais próxima de casa.

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Outro momento em que me senti em casa foi quando cheguei ao cruzamento das ruas Brasil e Colo Colo (que além de ser um tipo de marsupial da América do Sul e um time de futebol chileno, é o nome de uma música da dupla sertaneja João Bosco e Vinícius, que me tinha sido apresentada por um primo).

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Perto de lá, ainda na calle Colo Colo, passei pelo Primo’s bar, que foi o destino final do dia anterior, depois do churrasco na casa dos guias do Villarica.

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A medida que ia caminhando, as peculiaridades foram aparecendo (como mini cataventos em uma calçada da calle O’Higgins) e a fome ia aumentando, então comecei a olhar para dentro dos restaurantes para ver onde havia mais pessoas almoçando (= comida boa, pra mim). Quando passei em frente ao Club 77 Restaurante (calle O’Higgins, 635), achei super bacana o visual, além de ter uma quantidade razoável de fregueses. Acabei pedindo salmão com batatas, pelo qual paguei CLP 8.000,00 (R$ 40,00).

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Depois de almoçar, saí a procura de lembrancinhas, já que eu tinha a missão de levar um chaveiro de llama para um amigo. Andei pelas ruas secundárias em busca de algo acessível ao bolso, até que cheguei em um galpão cheio de lojinhas de artesanato. Já agoniada com o frio que aumentava e com a falta de banheiros públicos, comprei apenas o chaveiro encomendado e um para mim (CLP 1.000,00 – R$ 5,00), que não foi de llama e sim de vulcão e rumei para casa.

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Mais sinais da influência inca apareciam e até uma réplica de um moai da Ilha de Páscoa apareceu pelo caminho.

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Com o frio que estava, me enfiei embaixo das cobertas, esperei os guias voltarem do vulcão para me despedir deles, arrumei minha bolsa de viagem e logo estava pegando o ônibus de volta a Santiago.

_____________

Resumo do dia:

* Almoço: CLP 8.000,00 (R$ 40,00)

* Chaveiros:  CLP 1.000,00 (R$ 5,00)

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