Dias de chuva em Curitiba

Me deram uns dias de férias (forçadamente) agora em junho e aproveitei para ir à Curitiba. Desde pequena tinha vontade de ir lá e acabou calhando de ir, mas o período não foi dos mais favoráveis.

Meu voo, na verdade, foi para Florianópolis. Além de sair mais barato, também aproveitei para rever a Ilha da Magia e alguns amigos que ficaram por lá. Fiquei em Floripa de terça para quarta. Assim que cheguei lá, fui direto para a rodoviária comprar as passagens de ônibus para Curitiba. Existem algumas empresas que fazem a linha FLN – CWB, mas as melhores são Expresso do Sul e Catarinense. Por conta dos horário, escolhi ir e voltar de lá pela Expresso. As duas passagens saíram por em torno de R$ 92,00 (a volta é mais cara que a ida, não sei porque). Os ônibus são muito bons, não precisa pegar leito, os convencionais  são quase leitos, as poltronas superconfortáveis e, para ir direto, pergunte no guiché quais os horários que são sem paradas. A viagem de ônibus dura cerca de 4h, mas a estrada é muito boa e dá pra dormir bem.

Bom, voltando para a viagem, saindo da rodoviária fui para a casa de um amigo, onde ficaria essa noite. Cheguei em Floripa esperando frio, mas o calor estava quase igual ao de Fortaleza. Mas como estava no sul no Brasil, o tempo foi mudando e à medida que ia anoitecendo o tempo foi esfriando. Jantamos no Sushi Roots, onde pedimos um Yakissoba de carne e alguns sushi filadélfia. A comida, além de gostosa, tem um preço superbom. Para quem quiser conhecer a casa, o Sushi Roots fica na Lagoa da Conceição, que também é um lugar superbacana para passear à noite, pois tem vários barzinhos, restaurantes e casa de shows.

Uma dica para quem quer ir pra Floripa e se hospedar em albergue é  o Floripa Hostel. Me hospedei nele em 2010, quando fui sozinha para FLN e achei super bem localizado. Além desse hostel, há também um localizado na praia de Canasvieiras e um na Barra da Lagoa. O Floripa Hostel fica no centro da ilha, perto da avenida Beira-mar e de lá dá para conhecer o centro histórico da cidade à pé (Catedral, mercado público, a árvore centenária), além de ficar perto da rodoviária e da ponte Hercílio Luz, outro ponto turístico da cidade.

Quer dicas do que fazer em Floripa? Dá um pulinho nesse post, nesse post e nesse aqui também.

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Voltando à viagem, no dia seguinte almoçamos num self service na Lagoa da Conceição (ver com o Deko o nome e pegar o endereço). Como o dia estava muito nublado e chovendo de leve, não deu pra fazer nada no resto do dia. Por conta das manifestações que estavam rolando por todo o Brasil, saímos  as 17h para a rodoviária, com medo da avenida Beira Mar ser fechada pelo pessoal, mas acabamos chegando bem cedo  e assistindo ao restinho do jogo do Brasil. Às 19h30 peguei o ônibus da Expresso e segui viagem.

Depois de 4 horas de viagem, cheguei em Curitiba. A primeira impressão da cidade não foi bonita, pois chegar pela rodoviária e pelo centrão da cidade não é uma visão das melhores. De lá, peguei um táxi para a casa de um amigo que conheci em Santiago (colocar o link).  Como já era tarde, conversamos um pouco e fomos dormir.

Curitiba amanheceu embaixo de muita chuva, mas o mal tempo não nos impediu de sair de casa. Fomos de ônibus até o MON – Museu Oscar Niemeyer, conhecido como museu do olho. Lá estava tendo exposição de alguns artistas, entre ele “A Magia de Escher“, cheia de ilusões de ótica elaboradoras pelo artista holandês.

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De lá fomos almoçar no shopping Mueller e de lá voltamos para a casa, pois meu amigo ia trabalhar e eu preferi fugir da chuva.

No dia seguinte pela manhã, fui para o Hostel Roma, localizado no bairro Rebouças, de frente ao shopping Estação. Lá conheci a Maria Luiza e o Eduardo, dois irmãos do Rio de Janeiro, e com eles fomos rodar a cidade. Ao lado do shopping Estação tem uma parada do ônibus de turismo da cidade. Você compra um pacote com cinco tickets por R$ 29,00 e pode de descer em cinco pontos turísticos de Curitiba. Saímos do hostel ainda nublado, porém ao desembarcarmos no Jardim Botânico começou a chover, mas nada que impedisse o passeio. Comprei uma capa de chuva descartável e fui conhecer aquele lugar lindo.

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Pegamos novamente o ônibus e rodamos quase toda a linha até chegar à Rua dos Flores, no centro de CWB, para almoçarmos. Como já era quase 16h, fomos para o Mc Donalds mesmo, já que ninguém estava com vontade de almoço tradicional. De lá, fomos andando até a Rua 24 horas, conhecida por não fechar (fica aberta 24h x 7d), por isso seu nome. Lá é cheio de barzinhos, ponto de informações turísticas e algumas salas comerciais.

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Como a chuva apertou, pegamos um táxi até o shopping Estação e assistimos “Minha mãe é uma peça” no cinema, depois fomos tomar chocolate quente na loja da Koppenhagen e voltamos para o hostel. Enquanto a Malu e o Dudu se saiam para um city tour by night, fiquei no hostel para tentar mudar minha passagem de volta para casa, pois não adiantava ficar em Curitiba (onde a maioria dos passeios e lugares bonitos para se visitar são ao ar livre) se estava chovendo o tempo todo. Fui até a rodoviária para trocar a minha passagem de volta para Floripa e na volta parei novamente no Estação.

Fato curioso: o shopping Estação foi construído anexo à antiga estação de trem da cidade, que foi toda reformada e transformada em shopping. Nele funciona o Museu Ferroviário e tem uma locomotiva com vagões que abriga parte do acerto do museu.

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Como não havia muito o que fazer, fui novamente ao cinema, assistir “Odeio o dia dos namorados”. Voltei para o hostel,  arrumei minha mala e fui dormir.

No dia seguinte, acordei cedo e fui para a rodoviária. Peguei o ônibus das 9h30 e às 13h15 cheguei em Florianópolis. Da rodoviária fui direto para o aeroporto e lá fiquei até a hora do meu voo. Ainda deu tempo assistir ao primeiro tempo de Brasil x Uruguai na sala de embarque.

Em resumo, a viagem foi boa pra rever alguns amigos, mas ir para Curitiba no inverno não foi uma escolha acertada. Na próxima vez, deixarei para ir quando sol estiver bem alto e forte.

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Galeria – Santa Catarina

Relato de viagem: As praias de Floripa

Para aproveitar bem os 7 dias em Floripa, fizemos um roteirinho separando as praias pelas regiões da ilha. O problema foi que as saídas noturnas e a leve chuva em um dos dias atrapalharam um pouco o roteiro, mas tentamos ver o máximo que deu. Lembrando que se você estiver de carro é muito melhor, você vai parando, dá pra curtir mais em uma praia do que em outra, deixa de ir em alguma porque uma favoreceu… =P Continue Lendo “Relato de viagem: As praias de Floripa”

Floripa, let’s go?!?

Imagem extraída do site Wikipedia.org

Daqui 4 dias estou indo pra Florianópolis, curtir uns dias com uma amiga que vai daqui de Fortaleza comigo e encontrar outra que está morando lá. Como em 2010, quando estive na ilha pela primeira vez não passei muito tempo, digo que agora sim vou conhecer a cidade (até porque uma coisa é vc ir sozinha mochilando e outra tendo uma amiga “quase nativa”). Continue Lendo “Floripa, let’s go?!?”

Dica esperta!

Ontem à noite, conversando com um amigo, ele me deu a seguinte informação preciosíssima. Quem for ao Rio Grande do Sul pela Azul Linhas Aéreas, fique esperto: se quiser economizar quase metade do valor da passagem, ao invés de comprar para Porto Alegre, compre para Caxias do Sul. Continue Lendo “Dica esperta!”

Relato de viagem: Viagem ao Sul do país

Para não ficar em casa as férias todas, resolvi encarar o desafio de viajar sozinha no Brasil. A experiência foi ótima, vários pontos positivos, alguns negativos (sempre tem que ter) e algumas reflexões.

Primeiro destino: Porto Alegre. O voo da Azul Linhas Aéreas saiu as 3h30m da madrugada do dia 14/10, com chegada em POA às 8h45m da manhã. No aeroporto mesmo comprei as passagens para Gramado, pela companhia Citral. Saem ônibus quase de hora em hora pra Gramado, ao preço de R$ 28,95 com seguro de viagem (R$ 26,00 sem o seguro). Chegando lá, fui de ônibus (R$ 2,90) para o Gramado Hostel, que fica na Av. das Hortências, a meio caminho de Canela. Continue Lendo “Relato de viagem: Viagem ao Sul do país”