Primeiros dias em Paris

Depois de muitas horas de viagem e conexão em Amsterdam, chegamos em Paris no começo da tarde de domingo, 10 de junho de 2018. Era aniversário da minha mãe e essa viagem, a realização do sonho dela. Depois de pegarmos todas as malas, chamamos o UBER e seguimos direto para o apartamento que alugamos pelo Airbnb.

Depois de nos acomodarmos no apartamento do Airbnb, fomos até a agência de turismo para trocarmos os vouchers pelos tickets do passeio do primeiro dia da viagem.

Depois de muitas horas de viagem e conexão em Amsterdam, chegamos em Paris no começo da tarde de domingo, 10 de junho de 2018. Era aniversário da minha mãe e essa viagem, a realização do sonho dela. Depois de pegarmos todas as malas, chamamos o UBER e seguimos direto para o apartamento que alugamos pelo Airbnb.

Depois de nos acomodarmos no apartamento do Airbnb, fomos até a agência de turismo para trocarmos os vouchers pelos tickets do passeio do primeiro dia da viagem.

Como era a primeira viagem internacional da minha mãe, não planejei nada muito cansativo para nossa chegada, então fechamos o pacote Paris by Night, da agência Paris City Vision. O passeio inclui Cruzeiro no Rio Sena, City tour by bus e Jantar num restaurante próximo à Champs Elyseé (no caso, foi o “Le Bouef sur le toit”). Por pessoa, pagamos 89 euros. Como estávamos com medo de deixar para comprar na hora do passeio e não ter mais ingresso,  fechamos essa compra e a de outro passeio ainda no Brasil, assim, tivemos que pagar IOF e ainda pegamos ajustes de variação cambial (DICA: se puder, evite ao máximo usar o cartão de crédito, pois o ônus muitas vezes não compensa o bônus) na fatura do cartão.

O tempo no domingo estava nublado e uma leve chuva marcou o nosso primeiro passeio por Paris, sem, claro, ofuscar o charme da cidade-luz. Até chegarmos ao local da saída do barco, já passamos por alguns pontos turísticos, como a Place de La Concorde, vimos o Obeslico e a Torre Eiffel.

Guarda-chuvas e capas à postos, ficamos na parte superior do barco, para irmos apreciando todas as vistas que o Cruzeiro nos trazia. O passeio levou cerca de 1h. De lá, voltamos ao ônibus para o city tour. Mesmo cansadas de um dia inteiro de viagem (saímos de Fortaleza no dia anterior às 20h e chegamos em Paris 14h), ainda conseguimos ver a Academie Nationale de Musique, o Museu do Louvre, o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel de frente. Depois do city tour, o ônibus nos deixou na esquina do restaurante.

O Le Bouef sur le toit é um restaurante tradicional de Paris, que, com certeza, já teve seus áureos tempos e que agora nos pareceu um pouco decadente. O cardápio oferecido no pacote nos dava direito a escolher entre 2 opções de cada prato. As opções até que estavam razoáveis, comemos Bisque de lagostim de entrada, jantamos Frango supremo com creme de cogumelos e purê de batatas; e, de sobremesa, o famoso Crème brûlée.

Após o jantar, seguimos até a Champs Elyseé e pegamos o metrô para casa.

Para que pudéssemos descansar um pouco, para o 2º dia estava programada a visita ao Museu do Louvre e depois uma caminhada desde o Museu até o Arco do Triunfo, passando pelo Jardin des Tuileries, pela a Place de La Concorde e pela Champs Elyseé.

Tomamos café com algumas coisas que levamos de casa (sim, levamos uma “feirinha” na mala, com sachês de cafés solúveis, sopas em pó, miojos (!), cookies) e com os croissants que minha mãe comprou na brasserie que fica ao lado do apartamento e seguimos para o Louvre.

Chegando lá, como era de se esperar, a fila para comprar os ingressos estava gigantesca. Enquanto eu fiquei na fila, minha irmã e minha mãe foram dar uma voltar pelo Carrousel do Louvre (um minishopping dentro do Museu). Apesar da fila grande, ela andou rápido e, como era de se esperar, nos perdemos dentro do museu (imagine tentar localizar alguém que não levou chip internacional e que não estava usando o Wifi do Louvre). Foi 1 hora de puro desespero, mas por fim nos encontramos no saguão de frente para o local da compra dos ingressos. Pra acessar ao Louvre, por pessoa, pagamos 17 euros.

Passado o susto, entramos pela Ala Sully, onde vimos algumas antiguidades egípcias, gregas e romanas, seguimos até a Ala Denon, onde está a Mona Lisa e outras pinturas italianas e espanholas. Passamos a tarde quase toda no Louvre e não vimos tudo (nem daria, pois para ver tudo é preciso pelo menos uns 3 dias inteiros no museu), mas o pouco que vimos deixou minha mãe feliz (para mim e minha irmã já era a nossa 3ª visita ao Louvre, então seguimos o ritmo e a vontade de nossa mãe).

Para almo-lanchar, fomos ao Carrousel e comemos no Mc Donalds. Como minha mãe estava cansada e o tempo não ajudou, já que começou a chover mais forte, desistimos da caminhada e voltamos para o apartamento. Depois de descansar e da chuva passar, demos uma volta no bairro para localizarmos um mercadinho para comprarmos algumas coisas para nossos cafés da manhã. Na volta, aproveitei para reorganizar nossos planos e nos prepararmos para os próximos dias.

Aguardem a continuação dessa viagem nos próximos posts. Aproveitem e vejam os posts de outros países por onde já passei.

Até breve e boas viagens!

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Paris, sempre Paris

Depois de muitas horas de viagem e conexão em Amsterdam, chegamos em Paris no começo da tarde de domingo, 10 de junho de 2018. Era aniversário da minha mãe e essa viagem, a realização do sonho dela. Depois de pegarmos todas as malas, chamamos o UBER e seguimos direto para o apartamento que alugamos pelo Airbnb.

Do aeroporto até o apê, foi um pouco mais de 1h de deslocamento. Nos hospedamos na Île Saint-Louis, próximo à Pont Louis Philippe e por trás da Catedral de Notredame. Localização maravilhosa. Por perto, brasseries, patisseries, mercadinhos, estação do Metrô.

Chegamos no apê e demoramos um pouco para entrar nele. Não conseguimos falar com a proprietária (o chip internacional que comprei era apenas para internet e a dona do apê não tinha WhatsApp), mas depois de um tempo minha irmã teve a brilhante ideia de olhar debaixo do capacho e, voilá, logo estávamos já desarrumando nossas malas.

Continue Lendo “Paris, sempre Paris”

Uma tarde em Madrid

Em novembro de 2015, quando voltávamos da nossa lua de mel na Suíça (veja posts aqui no blog), conseguimos ficar um tempo em Madrid. Entre um voo e outro, tínhamos 7h na “minha” terra (sim, de todas as cidades e de todos os países do mundo, a Espanha é onde eu mais me sinto bem, em casa), mas sabíamos que, de tempo útil, só poderíamos contar com 5h, pois tinha o tempo de deslocamento da saída e do retorno ao aeroporto. Com isso em mente, já fui programando o que mostrar ao Daniel nessas horinhas por lá ainda em Luzern.
É muito fácil andar por Madrid. O sistema de metrô percorre toda a cidade e facilita muito o deslocamento. Assim que chegamos no aeroporto, compramos 2 bilhetes turísticos com validade de 1 dia (existem outras opções) e você pode andar quantas vezes quiser (para ver mais sobre o bilhete turístico de Madrid, clique aqui). Além de sair mais barato (8,40 euros cada bilhete), você pode fazer e refazer seus planos de viagens quantas vezes quiser, sem ficar contando quantos bilhetes ainda tem ou parando para comprar mais sempre que precisar.
A nossa primeira parada foi o Parque Del Retiro. Localizado quase no centro de Madrid e com 118 hectares de extensão, o Parque é um dos lugares que eu indico a todos. Lá, você pode visitar o Palácio de Cristal e o Palácio de Velázquez, andar de barco no lago do Centro Polideportivo Municipal Estanque Del Retiro, observar a natureza em suas mais belas formas (plantas e pássaros por todos os lados), além de ser um ótimo lugar para um passeio, uma corrida ou um pique-nique. Músicos dão o tom musical do passeio.
Saindo do Parque, passamos pela Puerta de Alcalá, a caminho do Palácio de Cibeles, onde havia uma faixa em apoio aos refugiados sírios. A Espanha é um dos países que aceita e disponibilizou moradia para os refugiados da Síria, mas não tem sido um dos destinos mais procurados por eles – saiba mais aqui.
Pegamos o metrô e fomos até a Plaza de Toros de Las Ventas, inaugurado em 1931, sendo o segundo maior lugar de touradas do mundo. Infelizmente, nas duas vezes em que estive na Espanha não tive a oportunidade de conhecê-la por dentro, pois em 2006, quando fui estudar em Salamanca, não teve tourada no fim de semana que estive em Madrid e agora, ano passado, a temporada de touradas já havia acabado (programe-se para ver as touradas entre os meses de março e outubro).
Como as horas já estavam começando a correr contra nós, seguimos rumo ao Palácio Real e a Catedral de Santa Maria a Real de Almudena, dois pontos históricos e turísticos um de frente ao outro. Só vimos os dois por fora, pois só nos restava 1 hora de passeio até voltarmos ao aeroporto.
Voltando pela lateral do Palácio Real, tive a chance de conhecer os Jardines de Sabatini. O lugar é lindo! Confesso que da outra vez que fui à Madrid não lembro de tê-lo conhecido, então dessa vez demoramos um pouco nele. Os Jardins fazem parte do Palácio Real, e foi construído em 1930. Logo da escada de acesso, vemos um pequeno labirinto feito de pequenos arbustos e um lago artificial, cercado por estátuas dos reis espanhóis.
A caminho da estação do metrô, passamos pela Plaza de España, que presta homenagem ao escrito Miguel de Cervantes, com estátua de Dom Quixote de La Mancha, seu personagem mais famoso, e o seu companheiro Sancho Pança.
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Retornamos ao aeroporto depois desse rápido passeio por Madrid, ficando com o coração ainda mais cheio de saudade e de querer bem a essa cidade.
Até breve e boas viagens!
P.S. Para mais fotos de Madrid, veja esse post-galeria de 2013. 😉

Suíça deixando muitas saudades…

O terceiro dia em Luzern, na Suíça (clique aqui e veja o post anterior) começou não tão frio, mas como íamos subir o Monte Pilatus, precisávamos estar bem agasalhados. Fomos até a estação de trem para pegar o ônibus que vai até Kriens (explicando: ao lado da estação de trem ficam concentradas algumas saídas de ônibus de Luzern). Quando chegamos lá, fomos seguindo as placas de indicação do caminho até a estação de saída do teleférico para o Monte Pilatus; acontece que, ao chegarmos lá, o mesmo estava fechado (a funcionária tentou nos explicar, em inglês, algo como se ele não estivesse funcionando e nos orientou a voltar à Luzern e pegarmos, de lá o trem para Alpnachstad). Voltamos então para Luzern e pegamos, na estação central, o trem até Pilatus Bahn, onde pegar o bondinho que é o mais inclinado do mundo.

A visão que se tem da paisagem a partir do Pilatus é uma coisa impressionante; o Monte possui 2.128 metros e se localiza na região metropolitana de Luzern. No topo do Monte Pilatus há um hotel para quem tem uma boa quantia de dinheiro disponível. Como estava muito frio e não conseguíamos aproveitar do terraço do hotel, ficamos lá cerca de 40 minutos.

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Na volta, a descida era através do bondinho que a mulher tinha dito pra gente logo no começo que estava fechado. Voltamos para Luzern e fizemos mais compras para levarmos para o hotel. Nessas nossas muitas idas ao supermercado, encontramos lá uma cerveja deliciosa da Suíça, daquelas que você consegue beber quente tão gostosa que ela é, e ficamos no hotel para curtir a noite a dois.

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No quarto e último dia na cidade, nós não programamos muita coisa para fazer. Preferimos ficar tranquilos e fizemos caminhadas pela cidade. Novamente fomos para a orla do Lago dos 4 Cantões, que tem um calçadão muito grande e bonito. Sentamos e ficamos admirando um pouco a paisagem, depois fizemos uma caminha por uma área que ainda não havíamos ido de Luzern e encontramos algumas pessoas fazendo atividade física (correndo, fazendo treinamento funcional, andando de patins e skate).

Voltamos para o hotel depois de comprar mais algumas coisas para comermos e saímos à tarde novamente para comprar algumas lembrancinhas para os nossos familiares e amigos e, aproveitando que já que não iremos usar francos suíços, fomos até o banco para trocar os últimos dinheiros por Euro. À noite ficamos no hotel, já que na manhã seguinte iríamos embora e precisávamos arrumar nossas malas. Enquanto nos organizávamos, fizemos planos dos lugares a visitar em Madrid, já que na viagem de retorno ao Brasil iríamos ficar na cidade em torno de 7h esperando o voo e teríamos tempo para visitar alguns pontos do da capital do país que eu tanto amo.

Da Suíça, saímos levando muita saudade e vontade de ficar por lá. Tivemos as melhores impressões de todas as cidades por onde passamos, do povo educado, das belezas naturais. Já fazemos novos planos de voltar, dessa vez na primavera, para conhecermos o lado francês do país e, quem sabe, fazer parte do percurso de bicicleta.

Até breve, Suíça!

Luzern: conheça e se apaixone

Chegamos em Luzern no domingo à tarde. De Zofingen (onde estávamos hospedados nos primeiros dias de nossa lua de mel) até lá, levamos cerca de 40 minutos de carro. As nossas expectativas para esta cidade eram as melhores possíveis, pois se até o piloto da TAM, que nos recebeu na cabine quando desembarcamos em Madrid, disse que era a cidade mais linda e romântica da Suíça, só podíamos esperar o melhor.

Deixamos nossas malas no hotel Ibis Styles, localizado a duas quadras do Lago dos 4 Cantões e fomos bater perna pela cidade. Como o Henrique, amigo meu marido, já havia trabalhado lá, ele nos guiou por alguns lugares. Próximo ao nosso hotel está a estátua do leão de Lucerna (Löwendenkmal), que simboliza os Guardas Suíços que foram massacrados em 1792, durante a Revolução Francesa, quando revolucionários invadiram o Palácio das Tulherias em Paris, na França. De lá, caminhamos em direção ao centro comercial de Luzern. Subimos até o alto de hotel, que tem um restaurante que funciona como balada à noite, para tentar tomarmos um café, mas o mesmo estava fechado. Do alto do telhado tirando algumas fotos da cidade e do Monte Pilatus. Como não conseguimos tomar o nosso cafezinho, fomos até um bar ao lado da estação de trem, bastante charmoso e com preços convidativos.

O nosso destino em seguida foi o KKL Luzern (Kunstmuseum Luzern / Museum of Art Lucerne) que também fica ao lado da estação de trem. De lá temos uma vista panorâmica de todas a cidade. Enquanto estávamos em Luzern, no KKL estava passando uma exibição especial do filme Indiana Jones, onde uma orquestra reproduzia ao vivo a trilha sonora do filme. Tiramos muitas fotos e de lá fomos para o parque da cidade, o que nos proporcionou uma bela caminhada às margens do Lado dos 4 Cantões, de mais ou menos uns 20 minutos, até chegarmos ao parque. No caminho, nós passamos por uma lona, que parecia de circo, só que funciona como um teatro móvel montado à beira do lago, onde tava tendo apresentação de artistas de stand-up comedy. Como já estava anoitecendo e o Henrique precisava voltar para Zofingen, retornamos para o hotel onde nos despedimos do nosso amigo. A partir daí, seguimos o resto da nossa lua de mel sozinhos.

Ao longo do nosso passeio, pudemos ver que Luzern preserva muito da sua história. Dentro da cidade, mesclando prédios mais modernos com construções da época medieval, vemos as muralhas da antiga cidade (Museggmauer), com um total de 870 metros, o Kapellbrücke (uma ponte de madeira, construída em 1365, que vem resistindo ao tempo e aos incêndios que a atingiram durante os séculos. Nessa ponte, existem muitas pinturas do início do século XVII), o Zytturm (torre do relógio, datado de 1535), entre outras construções.

À noite, saímos para dar uma volta pela cidade e vermos as opções de restaurantes. Num dos braços do rio Reuss, bem próximo ao Kapellbrücke, existem muitas opções de lugares para comer, no entanto, como toda cidade do interior, eles fecham cedo. Quando estávamos passeando, por volta das 21h, alguns restaurantes já não aceitavam novos clientes, pois as atividades se encerrariam as 21h30 ou, no máximo, às 22h. Optamos por comprar algumas coisas no supermercado próximo ao hotel.

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No nosso segundo dia em Luzern, acordamos cedo para aproveitarmos bem o café da manhã e saímos para bater perna. Próximo ao hotel , está a Igreja de St. Leodegar (Hofkirche St. Leodegar), que é a principal igreja renascentista da Suíça, localizada às margens do Lago.

De lá caminhamos pela orla do lago até a estação dos navios e compramos o bilhete para fazermos o passeio pelo lago, onde optamos pelo roteiro Luzern – Weggis – Vitznau – Beckenried – Brunnen – Flüelen. Pegamos o barco das 12h. O passeio que dura em torno de 2h e é muito bonito, frio (pois fomos do lado de fora do barco) e romântico, ideal para casais que, como nós, estávamos em Lua de Mel. Saindo do Lago, aproveitamos para comprar os bilhetes para a subida do Monte Pilatus (por CHF 83,20 cada), que seria feito no dia seguinte.

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Depois, continuamos nossa caminhada pela cidade. Nossa ideia era chegarmos até a muralha, numa caminhada que levou cerca de meia hora. Infelizmente, nós não conseguimos subir na torre do relógio que fica na Muralha, pois como já estava começando a ficar no período de chuva, eles fecham a torre, então só conseguimos admirar a vista lá de cima e tirar algumas fotos.

Voltamos para o hotel e tentamos nos organizar para sair cedo para jantar, porém mesmo saindo do hotel às 20h, ainda não conseguimos jantar, pois era dia de semana e os restaurantes estavam fechando ainda mais cedo. A nossa única opção para o jantar romântico que nós queríamos em nossa lua de mel acabou acontecendo no McDonald’s. Voltamos para o hotel para descansarmos para o passeio ao Pilatus, que ficará para a próxima postagem.

Até breve!

Interlaken: um encanto entre lagos na Suíça

No nosso terceiro dia na Suíça, o destino foi a linda Interlaken. Localizada entre dois lagos (Thun e Birenz), a cidade é um encanto aos pés do Jungfrau (a mais alta estação de trem da Europa). A viagem de Zofingen até lá, de carro, levou cerca de 1h30, mas valeu a pena. Interlaken é pequena, tendo apenas pouco mais de 5000 habitantes, porém, por se tratar de uma cidade turística, o fluxo de pessoas por lá é muito maior.

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Logo que chegamos, como estava muito fomos tomar um café no Hooters. De lá, fomos andar a pé pela cidade. Logo em frente ao restaurante, há uma praça com um gramado muito grande, onde várias vacas estavam pastando. Fomos até elas, que pareciam acostumadas aos muitos flashs dos turistas.

Andando mais um pouco, chegamos ao cassino Kursaal, fundado em 1858, que, após liberação do governo suíço, voltou a funcionar como cassino desde o ano de 2002. Na frente do cassino, tem um belíssimo jardim, que serve de cenário para fotos de book de noivos e debutantes (uma moça com visual árabe estava com uma equipe fotografando lá no dia que em estivemos em Interlaken).

Seguimos nossa caminhada e fomos até a Katholische Kirche Interlaken (igreja católica de Interlaken) e a Castle Church (Igreja do Castelo). As duas igrejas, uma católica e a outra protestante, convivem em perfeita harmonia, lado a lado.

De lá, fomos ver alguns souvenirs nas muitas lojinhas da cidade. Alguns preços são bem convidativos, mas para alguns itens é bom pesquisar bastante (existem muitas opções de relógio suíços – de marcas famosas até os bem simples -, canivetes suíços, chocolates, imãs etc. Antes de comprar, pesquisem bem, pois os preços podem variar bastante). Em uma das lojas, compramos um relógio de presente para minha mãe, pois o preço estava bem convidativo. Na mesma loja, nos deparamos com uma barra de 4,5kg de Toblerone, mas o preço (cerca de CHF 129,00) não nos atraiu.

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Interlaken é uma cidade que permite aos visitantes de mais de um dia muitas atividades ao ar livre. Existem algumas empresas de saltos de parapente, de trilhas, de excursão até o Jungfrau, de arvorismo etc. Quem tiver tempo, disposição e uma bela grana sobrando, pode se aventurar pela cidade e região. Como ficamos por lá apenas uma tarde e ainda tínhamos mais 5 dias de Suíça pela frente, optamos por não fazermos o passeio do Jungfrau, que fez parte dos nossos planos quando buscamos o que fazer na Suíça. Porém, como o valor é bastante salgado (cerca de CHF 200,00 por pessoa), deixamos essa aventura para a nossa próxima ida a Suíça.

Voltamos para a Zofingen no começo da noite. No dia seguinte, deixaríamos a casa do nosso amigo e nos alojaríamos em Luzern, onde ficaríamos o restante da viagem, e que será o tema dos próximos posts sobre a Suíça.

Até breve!

Visita à Basel, na Suíça

O dia na Suíça mais uma vez começou o frio. Pela manhã, ficamos em casa, saindo apenas ao supermercado para fazermos compras para o almoço. O cardápio do dia seria o famoso prato Raclette, típico da Suíça, que é feito a partir do queijo raclete derretido e raspado sobre batatas cozidas, salsichas, bacon e outros ingredientes que preferir.

Após o almoço, nosso destino foi a cidade de Basel (ou Basiléia), 3ª maior cidade da país, localizada mais ao norte da Suíça, na fronteira com Alemanha. De carro, levamos cerca de 40 minutos de Zofingen até lá. Basel é um pólo financeiro e cultural, muito parecida com São Paulo. Lá, as pessoas vão basicamente para trabalhar; no centro da cidade, os prédios são mais frios e o modernos. Apesar disso, passando pelas ruas você facilmente consegue ver um castelo antigo, ainda preservado.

Andamos um pouco pela cidade, fomos até a estação central de trem, tomamos um café num restaurante ao lado e seguimos para o monumento da tríplice fronteira, localizada na região do cais. Lá, há um marco no encontro dos rios que seguem para a França, para Alemanha e para a Suíça.

De Basel não vimos muito, e de lá seguimos até a cidade de Rhein, na Alemanha, onde fomos até alguns outlets na esperança de encontrarmos algumas roupas mais baratas para comprar. Depois de muita procura, só quem ganhou foi meu marido, pois encontramos uma loja de calçados com preços bem acessíveis, onde compramos para ele uma bota do estilo Timberland. Ficamos na cidade até às 20h mais ou menos e voltamos para Zofingen, já que o nosso destino no dia seguinte (Interlaken) fica um pouco mais distante e levaria mais tempo de viagem para chegar até lá.

Até breve!

Suíça: o lugar perfeito para uma lua de mel

Começamos a planejar nossa viagem em Julho de 2015. A Suíça foi o destino escolhido entre tantas opções pensadas (Peru, República Dominicana, Porto de Galinhas, Fernando de Noronha…). Apesar da moeda local (Franco Suíço) ser mais cara que o Euro (o CHF estava cotado, em Fortaleza, a R$ 4,55), economizamos na hospedagem, pois o Daniel (meu marido) tem um amigo morando há 5 anos lá, então nos quatro primeiros dias da viagem ficamos na casa dele (em Zofingen), que fica a menos de 100 quilômetros da capital Berna e que serviria de base para os nossos passeios a outras cidades. Além disso não havíamos planejado muito o que fazer na Suíça. Não tínhamos expectativa dos lugares que iríamos visitar, meio que deixamos as coisas irem acontecendo. Nossa única preparação de julho até a nossa viagem era juntarmos dinheiro para fazermos a maior quantidade de passeios possíveis e pagar a hospedagem no hotel na cidade de Luzern, onde ficamos os últimos dias da viagem. A programação dos nossos dias por lá ficou meio a cargo do amigo do Henrique.

Chegamos em Zurich dia 11/11 à noite e de lá fomos direto para a casa do Henrique, em Zofingen, e ficamos em casa organizando o nosso destino no dia seguinte. Pela manhã, fomos conhecer a cidade e já sentimos um pouco o clima da Suíça.

Zofingen é uma cidade pequena, mas muito bonita e aconchegante. O clima medieval domina por toda parte. Quando chegamos, havia uma feira de rua com roupas, comidas, músicos e tudo mais que você possa imaginar. Uma recepção e tanto.

Voltamos para casa do nosso amigo e, após o almoço, fomos para Bern, a capital da Suíça e patrimônio da Unesco. A viagem de carro durou cerca de 40 minutos. Bern (ou Berna) é a cidade natal de Albert Einstein e também onde foi o Toblerone. Nossa primeira passagem foi pelo Rosengarten, um jardim muito bonito com vista panorâmica para a cidade e para o Rio Aaar.

Fazendo uma pequena caminhada, a nossa expectativa era que pudéssemos ver os ursos, que são os animais símbolos do cantão Bern, e que ficam no Bärenpark (uma área para visitação especialmente criada para eles). Porém, na época em que fomos (Novembro) os ursos estavam hibernando e só conseguimos vemos pelas câmera instaladas dentro das grutas deles.

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De lá, seguimos até o Zytglogge, relógio do tempo de Berna, que foi inaugurado em 1405 e que, quatro minutos antes da batida de cada hora, figuras do relógio (ursos, galos, bobos da cortes etc) que ficam na parte leste da torre se movimentam. Na sua inauguração, foi dada por apenas uma badalada pelo homem e até hoje o relógio continua nesse processo, sem precisar de qualquer outro estímulo para funcionar.

Seguimos mais um pouco pelas ruas da cidade, vimos a diversidade e a cultura da cidade (enquanto andávamos, vimos pessoas na rua jogando xadrez com peças enormes) e podemos assistir, ao anoitecer, um espetáculo muito bonito no prédio da Prefeitura de Bern. Estavam programados para acontecer no período de Natal um show de luzes e sons, projetado no edifício, contando um pouco da história da Suíça e nós tivemos o privilégio de assistir a esse espetáculo, que durou cerca de uma hora.

Como não havia muito texto falado, a gente pode compreender tranquilamente o que estava sendo contado através das músicas e das imagens que eram projetadas. Após o espetáculo, retornamos para Zofingen e combinamos que no dia seguinte iríamos até Basel, o destino da nossa próxima postagem.

Até breve!

Je t’aime, Paris…

…Versailles et Chamonix!!!

Posso dizer que sou uma privilegiada por ter tido oportunidades de ir à França duas vezes; a primeira em 2008 e a segunda em 2010.

Na primeira viagem (2008), ou durante boa parte dela, fui sozinha em excursão pela CVC. Era 20 de setembro e o tempo na França estava gostoso, a ponto de poder sair na rua usando saia apenas com uma meia grossa por baixo. Fiquei hospedada no Novotel Charenton, que apesar de distante, tinha uma estação de metrô bem na esquina, então ficava muito fácil para andar pela cidade sozinha. No primeiro dia fui ao Arco do Triunfo, andei por toda a Champs Elyseé até o Obelisco e depois segui para o Louvre. Deu para ver a Torre Eiffel de longe. Dia 21 a excursão começou. Fomos a Versailles pela manhã e a tarde fizemos city tour por Paris (Obelisco, Champs Elyseé, Torre Eiffel, Les Invalides, Arco do Triunfo, Prefeitura). À noite fomos à Sacre Cour e jantamos em Montmattre. No dia seguinte (22), fizemos um passeio a pé pelo Cartier Latin, passando por Sorbonne e Notre Dame. Depois fomos passear de Bateaux Mouches pelo rio Sena. Na volta, a excursão nos deixou no Museu do Louvre e aproveitei para conhecê-lo. De lá, fui subir até o andar mais alto da Torre Eiffel. Muito linda a visão de toda Paris (e muito frio também, o vento gelado corre solto). Não sai a noite pois tinha que arrumar a mala para viajar com a excursão no dia seguinte (fomos para a Bélgica e para a Holanda, mas eu conto em outros posts individuais). Na volta da excursão (dia 25 à noite), a Europamundo (que é a empresa dona dos pacotes que a CVC vende) me presenteou com a hospedagem no Novotel Tour Eiffel, de 4 estrelas, chiquerérrimo na rua da Torre. O dia 26 foi dedicado aos museus. Visitei o D’Orsay, o Grevin e o Pompidou. No dia seguinte (27) acordei cedo para andar pela cidade, indo à Torre novamente e depois caminhar pelas margens do rio Sena. Dei saída no hotel (era para eu voltar nesse dia para o Brasil), mas fui para o Holiday Inn Saint Germain, pois minha irmã (que estava vindo da Itália) ia se hospedar lá e eu fiquei mais uns dias para encontrá-la. Não gostei do hotel, achei mal cuidado e mofado (nem chegava aos pés do meu 4****). Enquanto esperava por ela, fui ao Jardim de Luxemburgo, aproveitar o dia. À noite, fomos jantar na Champs Elyseé. No dia 28, enquanto minha irmã ia com a excursão dela para Versailles, fui novamente para o Museu do Louvre (como ele é muito grande, o ideal é tirar um dia para conhecer para cada uma das alas dele). Voltei para o hotel e reservei a Eurodisney para o dia seguinte. À tarde, fui com ela no city tour. Enquanto minha irmã ficou na Torre para subi-la, voltei com o restante da excursão para o hotel, pois a subida é muito demorada e eu já estava ficando cansada da viagem. Dia 29 era para ter sido para realizar meu sonho, pois iríamos à Eurodisney. Acontece que, quando chegamos na agência, eles nos falaram que o Museu do Louvre (que era programação dela do dia seguinte) iria estar fechado, então resolvemos trocar o parque pelo passeio guiado pelo Louvre (minha terceira vez, e primeira dela) e pelo Moulin Rouge à noite. Meu último dia em Paris (30) foi dedicado às compras. Fomos para a Galeria Lafayette comprar presentes para minha família. Chegamos no hotel as 17h e fui descansar, pois meu voo para casa sairia às 21h.
Total em Paris: 8 dias.

Em 2010, fui com minhas duas irmãs comemorar meu aniversário na Europa. Era a 2a vez minha e da minha irmã mais velha em Paris e a 1a vez que minha irmã do meio viajava para a Europa. Chegamos em Paris no dia 6 de março. Depois de alguns micos por não sabermos falar francês, deixamos nossas malas no quarto e fomos para a Champs Elyseé. Como já estava muito tarde, quase tudo já estava fechado, então voltamos para o Novotel Bagnolet e jantamos no restaurante do hotel. Dia 7, também depois de mais alguns micos, foi dedicado ao Museu do Louvre (mas eu já gosto de lá, hein!) e fomos à noite, novamente, para a Champs Elyseé. Comemorando meu aniversário (dia 8), fizemos um city tour (minha irmã, por causa do frio excessivo da época, não quis subir na Torre Eiffel) e de lá fomos para a Galeria Lafayette. À noite fomos à Montmatre, visitamos a Igreja Sacre Cour, jantamos e depois fomos festejar meus 27 anos no Moulin Rouge (Dance, dance, Paris, dance!!). Na manhã do dia seguinte (09) fomos à Versailles e à tarde o destino foi Notre Dame (na volta de lá, fomos assaltadas na estação de trem. Levaram algumas lembrancinhas que minha irmã tinha compra em Versailles, a carteira de identidade dela e o cartão VTM. As minhas coisas eu consegui recuperar, pois fui correndo atrás das duas meninas que nos furtaram e peguei tudo de volta – câmera, carteira e lembrancinhas minhas). Com esse problema, não saímos à noite. Ficamos resolvendo com a Visa a transferência do dinheiro que estava no cartão da minha irmã para o da minha outra irmã, já que no dia seguinte a nossa excursão iria sair. Dia 10 saímos de Paris em direção à Itália. No caminho, ficamos no período da tarde numa cidade supercharmosa chamada Chamonix, localizada ao sul do país, entre a França, a Suiça e Itália e aos pés do Montblanc. Por essa localização privilegiada, Chamonix é uma estação de esqui muito procurada no inverno. Pela primeira vez na vida vi neve. Depois de tomarmos um café da tarde nessa encantadora cidade, a excursão cruzou a fronteira italiana, mas aí já é história para outros posts.
Total na França: 4 dias.

Paris:

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Versailles:

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Chamonix:

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O majestoso Palácio de Versailles

Localizado na cidade de Versailles, no subúrbio de Paris, o Palácio de Versailles é uma obra imponente e majestosa, sendo considerado um dos maiores castelos do mundo e foi, por mais de um século, copiado por outras monarquias para servir de residência real.

Começou a ser construído à mando do rei Luis XIII para servir como castelo de caça, porém apenas com o rei Luis XIV “O Rei Sol” e sua corte o castelo começou a ganhar tamanho e porte espetacular. Ao longo dos séculos, o Palácio foi passando por várias ampliações, uma vez que abrigou também os reis Luis XV e Luis XVI.

Com 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque, o palácio é um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebendo em média oito milhões de turistas por ano.

Tive o privilégio de visitar o Palácio de Versailles duas vezes. Na primeira vez, em pleno outono de 2008, tive a chance de ver as belezas dos jardins do Palácio, que são enormes e muitos. Eu estava de excursão e viajei desacompanhada, por isso muitas das fotos são selfies, mas dá pra se ter uma ideia do lugar. Já na segunda, que aconteceu em 2010 (no comecinho da primavera), os jardins estavam secos, sem vida, devido ao fim do verão (que lá é frio pra caramba!!!). Nessa viagem fui com as minhas irmãs, que aparecem em algumas das fotos da galeria abaixo.

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Chamonix, um encanto aos pés do Mont Blanc

No começo de março de 2010 fui à França com as minhas irmãs comemorar meu aniversário de 27 anos. Como não podia deixar de ser, visitamos Paris e Versailles, e seguimos para o Sul da França, a caminho de Chamonix.

O que pensar de uma estação de ski que fica aos pés do Mont Blanc? Não havia lugar mais charmoso. Chamonix fica na divisa entre França e Itália, e é uma cidade cheia de cafés, restaurantes e cultura. Andar pelas ruas de Chamonix é de um encanto tamanho que não sabemos para onde olhar, devido às belezas naturais, aos charme dos habitantes locais e turistas que ali visitam.

Infelizmente não tivemos tempo suficiente para praticar o ski, pois estávamos de passagem para conhecer a Itália. Apesar do pouco tempo que ficamos, descobrimos também umas lojinhas que vendem roupas de frio (casacos, luvas, gorros, meias e etc) a preços bem convidativos, logo na entrada da cidade. Basta saber que quase todos aqueles que viajavam com a gente pararam para conferir as ofertas.

Quem tiver mais tempo, sugiro que fique na cidade por pelo menos um final de semana, de preferência no final do inverno, quando a cidade fica menos cheia e é possível apreciar melhor todos os encantos que Chamonix tem a oferecer.

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Um giro pelos museus de Paris

Estar em Paris é respirar e viver cultura por todos os lados, para todas as tribos. Quem gosta de se perder por entre quadros, esculturas, instalações, antiguidades, Paris é o lugar certo. Alguns museus são fundamentais, como o Louvre e d’Orsay.

O Louvre não necessita de grandes apresentações, mas vamos lá. Inaugurado em 1793, o Louvre abriga obras famosíssimas como a Mona Lisa (de Da Vinci) e a Vênus de Milo. São mais de oito mil anos da cultura oriental e ocidental dentro do Palácio do Louvre. Impossível ver tudo num só dia. Reserve pelo menos um dia para cada ala do museu e dedique-se a ficar o dia inteiro nele, pois vale a pena ver. Nem precisa ir muito longe pra almoçar, embaixo do museu tem o Carrousel du Louvre, com restaurantes, lanchonetes, lojas de souvenir, jóias, artigos de decoração e bancos.

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O Musée d’Orsay, inaugurado em 1986, é casa de pintores e artistas impressionistas, simbolistas, naturalistas etc. Lá você encontrará obras de Paul Cézanne, Gauguin, Monet, Renoir, Van Gogh, Gaudí, Rodin, Degas e muitos outros. Mas a visita ao museu começa do lado de fora, a se deparar com a estrutura do lugar, que antes fora uma estação de trem.

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Quer ver Elton John, Gerard Depardieu, Nicolas Sarkozy e Harrison Ford no mesmo lugar, ao mesmo tempo? O lugar certo é Grévin, um dos museus de cera mais antigos da Europa, super interessante, fundado em 1882. Leonardo da Vinci, Elvis Presley e Gandhi também estão lá.

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Há ainda o Centro Nacional de Arte e Cultura Pompidou, voltado para a criação moderna e contemporânea, onde as artes plásticas dividem espaço com o teatro, a música, o cinema, os livros, a criação audiovisual, etc. Você pode não até não entrar no centro, pois do lado de fora muitos artistas, jovens com violões, pintores, etc aproveitam o espaço externo para suas manifestações artísticas.

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Serviço:

Musée du Louvre: Place du Carrousel – http://www.louvre.fr

Aberto todos os dias exceto às 3as feiras e dias de feriados nacionais.

– 2a, 5a, Sábado e Domingo: das 9h as 18h, 4a e 6a: das 9h as 21h45

1º domingo de cada mês e dia 14 de julho a entrada é de graça!

Musée d’Orsay: Rue de la Légion d’Honneus, nº 1 – http://www.musee-orsay.fr

Aberto todos os dias das 9h30 às 18h.

Fechado às 2as feiras.

Musée Grévin: Boulevard Montmartre, nº10. – http://www.grevin.com

Pompidou: Place Georges Pompidou, s/n – Próximo à Rua de Renard –http://www.centrepompidou.fr

Abertos todos os dias das 11h as 21h.

Fechado às 3as feiras e no dia 1 de maio.