Gol e TAM entre as últimas no ranking de segurança aérea

Deu no portal de notícias Terra. A notícia não é exatamente ruim… nem necessariamente boa! Fica a reflexão (e o anseio) para que as companhias aéreas brasileiras sempre façam revisões em suas aeronaves e que os pilotos estejam sempre em um bom dia para voar.

Ranking de segurança aérea mantém Gol e TAM entre as últimas
14 de Janeiro de 2014•08h15

TAM e a Gol subiram três posições e aparecem agora, respectivamente, nas 56ª e 54ª colocações dentre 60 companhias

As brasileiras Gol e TAM melhoraram, mas continuam entre as últimas na lista de companhias áreas mais seguras do mundo divulgada anualmente pela empresa de consultoria alemã Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (Jacdec).

No levantamento, que avalia as 60 maiores companhias de aviação do mundo, a TAM e a Gol subiram três posições e aparecem agora, respectivamente, nas 56ª e 54ª colocações. O principal motivo da má colocação são os acidentes registrados com aviões das empresas nos últimos 30 anos.

“Com a ausência de ocorrências graves em 2013, elas tiveram uma ligeira ascensão. Como a avaliação se baseia no histórico dos últimos 30 anos, as empresas ainda ‘sofrem’ com os acidentes do passado”, explica Achim Figgen, editor da revista Aero International, que divulgará a lista completa nesta sexta-feira (17/01).

A Jacdec lembra que seis acidentes aéreos envolvendo a TAM, que em 2009 e 2010 foi a última do ranking, mataram 336 pessoas em pouco menos de 40 anos de atividade. Já a Gol, recorda, protagonizou uma das maiores tragédias aéreas do país em 2006, quando 154 passageiros morreram no acidente entre um Boeing 737 e um jato executivo Legacy 600 da Embraer em Mato Grosso.

Em resposta ao resultado, a Gol divulgou que não leva o ranking em consideração. A TAM disse que não comenta os critérios usados pela Jacdec e lembrou que, em janeiro de 2012, renovou a certificação Iosa (Iata Operational Safety Audit), que avalia os sistemas de gestão e controles operacionais de companhias aéreas.

O ranking da Jacdec costuma ser criticado pelas empresas por incluir todos os tipos de acidentes aéreos, sem diferenciar se a responsabilidade foi mesmo da companhia ou se o acidente se deveu a outros fatores.

2013: ano mais seguro
Das 20 empresas mais bem classificadas no ranking anual de segurança aérea, apenas quatro registraram acidentes desde que começaram a operar. As primeiras posições da lista ficaram com companhias que não tenham registrado acidentes graves – com perda de aeronaves ou mortes – nos últimos 30 anos.

De acordo com o levantamento, a companhia aérea mais segura do mundo é a Air New Zealand, da Nova Zelândia. A empresa desbancou a maior companhia da Finlândia, a Finnair, que caiu para a terceira posição. Em segundo lugar ficou a chinesa Cathay Pacific Airways e, em quarto, a Emirates Airlines, dos Emirados Árabes.

A Lufthansa, maior empresa alemã do setor, caiu sete posições e passou para o 18º lugar. O último acidente aéreo da companhia ocorreu em 1993, em Varsóvia, e resultou em duas mortes. A holandesa KLM está uma posição à frente. A Air Berlin não aparece entre as 20 melhores classificadas.

A consultoria, com base em Hamburgo, reúne informações sobre segurança aérea em todo o mundo. O levantamento concluiu que 2013 foi o ano mais seguro da história da aviação, levando em conta as seis últimas décadas. No ano passado, 251 passageiros morreram em acidentes aéreos, contra 496 em 2012.

O relatório prévio da Jacdec, que inclui apenas as 20 melhores empresas e foi adiantado para a DW Brasil, destaca que existe uma relação direta entre a segurança dos voos e a transparência das autoridades responsáveis pela fiscalização do setor. De acordo com a consultoria, Estados Unidos, Reino Unido e Austrália são os melhores exemplos.

O órgão alemão avalia que países como Brasil, Colômbia e África do Sul têm tido um bom nível de transparência, o que é visto de maneira positiva. Em locais onde há censura, como China, Malásia e Turquia, o índice de avaliação é puxado para baixo, diz o relatório.

O ranking (20 mais seguras):
1- Air New Zealand (Nova Zelândia)
2- Cathay Pacifica Airways (Hong Kong)
3- Finnair (Finlândia)
4- Emirates (EAU)
5- Eva Air (Taiwan)
6- British Airways (Reino Unido)
7- TAP (Portugal)
8- Etihad Airways (EAU)
9- Air Canada (Canadá)
10- Qantas (Austrália)
11- Qatar Airways (Catar)
12- All Nippon Airways (Japão)
13- Virgin Atlantic (Reino Unido)
14- Haian Airlines (China)
15- Virgin Australia (Austrália)
16- Jetblue Airways (EUA)
17- KLM (Holanda)
18- Lufthansa (Alemanha)
19- Shenzhen Airlines (China)
20- Easyjet (Reino Unido)

Anúncios

Viajante usa rede social para escolher destino e fazer inveja nos amigos

Gente, quem nunca fez isso levanta a mão!!! Eu sou mestre em pedir, em quase todas as minhas viagens, dicas de lugares para ficar, para comer, para sair… É o melhor jeito de conhecer melhor o destino para onde estamos indo, já que as pessoas que nos informam viveram aquilo, é real, e não retirado de infos genéricas de guias de viagens (não tirando totalmente o mérito deles, lógico).

Olhem a matéria do site G1, publicada hoje (29/10):

Viajante usa rede social para escolher destino e fazer inveja nos amigos

Estudos detalham uso de mídias sociais para planejar e relatar férias.
9% dos brasileiros admitem postar fotos de férias para causar inveja.
Matéria de : Flávia Mantovani, Do G1, em São Paulo

Maioria dos viajantes não se desconecta nem nas férias (Foto: Henry Arden/ Image Source/AFP)

Do post pedindo dicas de hospedagem ao álbum com as fotos dos passeios, as redes sociais já fazem parte da viagem de muita gente – e, segundo pesquisas recentes, têm ganhado importância em todas as etapas das férias.

Um desses estudos, divulgado nesta segunda-feira (28) pelo site de viagens TripAdvisor, afirma que 61% dos viajantes mundiais e 74% dos brasileiros usam as redes sociais quando estão viajando. Quase 30% disseram que atualizam seus perfis diariamente durante a viagem. No caso dos brasileiros, esse número sobe para 42%.

Os motivos de tanta conectividade nem sempre são os mais nobres: de acordo com a pesquisa, 8% dos viajantes pelo mundo e 9% dos brasileiros admitem que usam as mídias sociais durante as férias para “deixar os amigos com água na boca”. Além disso, 11% no mundo e 8% no Brasil declararam que “não teria graça viajar se os amigos não soubessem”.

O levantamento foi feito com quase 20 mil viajantes de 26 países entre junho e julho deste ano. Do Brasil, foram ouvidas 890 pessoas.
As redes sociais começam a ser utilizadas pelos viajantes antes da partida — 72% dos entrevistados disseram que pedem recomendações aos amigos na hora dos preparativos –, continua presente durante o passeio — 38% solicitam dicas durante a viagem e 53% ficam em conectados com parentes e amigos por esse tipo de site — e prossegue com a colocação de fotos e relatos da jornada, muitas vezes em tempo real.

‘Estou no aeroporto’
Dados da consultoria digital Social Bakers confirmam que, de fato, os internautas parecem se orgulhar de contar que estão saindo de viagem. Das dez localidades nos quais os usuários do Facebook mais fazem “check-in” (postam sua localização no momento), sete são aeroportos.

No caso dos brasileiros, os aeroportos ocupam oito dos dez primeiros lugares da lista (apenas o Parque Ibirapuera, em São Paulo, e a praia de Copacabana, no Rio, destoam do restante).

“As pessoas gostam de compartilhar que estão indo viajar. Elas vivem a viagem de forma muito mais social do que antigamente, compartilham as experiências e as fotos em tempo real”, diz o gerente comercial do segmento Viagens e Turismo do Facebook, João Carlos Pastore.

Pastore reafirma que as redes sociais têm sido usadas em todos os ciclos de viagem: o planejamento, a compra e o compartilhamento de experiências. “Antes as pessoas se baseavam nos catálogos fotográficos das agências para escolher para onde ir. Hoje, começam a sonhar com o destino quando veem a postagem do amigo que está viajando”, diz. De acordo com dados da empresa, 59% das pessoas publicam algum conteúdo sobre as férias antes mesmo de elas chegarem – posts com declarações como “Não vejo a hora” ou “Contando o tempo para as férias”.

Planejamento da viagem
Pastore observa que muitos internautas usam as redes de amigos para pedir conselhos sobre onde ficar e que passeios fazer e cita uma pesquisa que mostra que 83% levam em conta recomendações de amigos e família na hora de viajar – sejam no mundo real ou virtual.

“A diferença é que antigamente a decisão se baseava na conversa com quatro, cinco amigos”, completa. Hoje, há cerca de 76 milhões de brasileiros cadastrados no Facebook, e cada um deles tem um número médio de 306 amigos.

Segundo dados da empresa, 52% dos usuários se dizem influenciados por fotos de amigos ao escolher o destino de viagem.
A pesquisa do TripAdvisor também afirma que os entrevistados usam as redes sociais para planejar a viagem – 72% deles para obter recomendações, 67% para ver imagens e vídeos de onde querem visitar, 60% para encontrar inspiração para o que fazer e ver no destino e 45% para buscar ofertas de pacotes.

O levantamento mostrou ainda que nove em cada dez viajantes usam dispositivos móveis enquanto estão viajando.

Num voo, o que você prefere: wifi ou poltronas mais confortáveis?

Essa foi a pergunta feita pela empresa de tecnologia Honeywell Aerospace, que pesquisou com mais de 3 mil pessoas a preferência delas durante o voo, se ter acesso à internet através de rede wifi ou se sentarem em poltronas mais confortáveis.

Eu, particularmente, prefiro os dois (\o//), cada um aplicado a um tipo de voo. Se vou para um lugar mais perto (viagens curtas), não me importo com a poltrona, preferindo aí a internet pra passar o tempo, mas se for uma viagem internacional ou voos com muitas escalas, a poltrona com mais espaço, mais reclinável, que me deixe mais à vontade durante o voo vence.

E você, qual a sua opinião?

_______________________

Veja a matéria completa publicada hoje no G1:

Internet em voo é mais valorizada que poltrona confortável, diz pesquisa
2/3 dos entrevistados disseram preferir Wi-Fi rápido a poltrona maior.
Conexões disponíveis hoje são consideradas lentas por 90% dos viajantes.

Apesar das constantes reclamações sobre a falta de espaço nos aviões, muitos passageiros parecem dar mais importância à disponibilidade de internet em um voo do que a poltronas mais confortáveis.
Em uma pesquisa com mais de 3 mil pessoas feita pela empresa de tecnologia Honeywell Aerospace, quase dois terços dos passageiros entrevistados afirmaram que preferem ter acesso a uma conexão wireless rápida do que a um assento preferencial quando estão voando.
Três em cada quatro viajantes acreditam que o acesso ao Wi-Fi deveria estar disponível em todos os voos. Mas eles também querem mais qualidade: as conexões oferecidas atualmente pelas companhias aéreas frustram 9 em cada 10 usuários, por serem consideradas lentas ou intermitentes.
A maioria quer o wi-fi nos voos predominantemente para uso pessoal (45%, contra 27% que afirmaram que usam principalmente por razões profissionais).
Segundo os realizadores da pesquisa, ela revela uma mudança na definição de conforto por parte dos viajantes.

Foto: Stock4B GMBH/Image Source/AFP