Primeiros dias em Paris

Depois de muitas horas de viagem e conexão em Amsterdam, chegamos em Paris no começo da tarde de domingo, 10 de junho de 2018. Era aniversário da minha mãe e essa viagem, a realização do sonho dela. Depois de pegarmos todas as malas, chamamos o UBER e seguimos direto para o apartamento que alugamos pelo Airbnb.

Depois de nos acomodarmos no apartamento do Airbnb, fomos até a agência de turismo para trocarmos os vouchers pelos tickets do passeio do primeiro dia da viagem.

Depois de muitas horas de viagem e conexão em Amsterdam, chegamos em Paris no começo da tarde de domingo, 10 de junho de 2018. Era aniversário da minha mãe e essa viagem, a realização do sonho dela. Depois de pegarmos todas as malas, chamamos o UBER e seguimos direto para o apartamento que alugamos pelo Airbnb.

Depois de nos acomodarmos no apartamento do Airbnb, fomos até a agência de turismo para trocarmos os vouchers pelos tickets do passeio do primeiro dia da viagem.

Como era a primeira viagem internacional da minha mãe, não planejei nada muito cansativo para nossa chegada, então fechamos o pacote Paris by Night, da agência Paris City Vision. O passeio inclui Cruzeiro no Rio Sena, City tour by bus e Jantar num restaurante próximo à Champs Elyseé (no caso, foi o “Le Bouef sur le toit”). Por pessoa, pagamos 89 euros. Como estávamos com medo de deixar para comprar na hora do passeio e não ter mais ingresso,  fechamos essa compra e a de outro passeio ainda no Brasil, assim, tivemos que pagar IOF e ainda pegamos ajustes de variação cambial (DICA: se puder, evite ao máximo usar o cartão de crédito, pois o ônus muitas vezes não compensa o bônus) na fatura do cartão.

O tempo no domingo estava nublado e uma leve chuva marcou o nosso primeiro passeio por Paris, sem, claro, ofuscar o charme da cidade-luz. Até chegarmos ao local da saída do barco, já passamos por alguns pontos turísticos, como a Place de La Concorde, vimos o Obeslico e a Torre Eiffel.

Guarda-chuvas e capas à postos, ficamos na parte superior do barco, para irmos apreciando todas as vistas que o Cruzeiro nos trazia. O passeio levou cerca de 1h. De lá, voltamos ao ônibus para o city tour. Mesmo cansadas de um dia inteiro de viagem (saímos de Fortaleza no dia anterior às 20h e chegamos em Paris 14h), ainda conseguimos ver a Academie Nationale de Musique, o Museu do Louvre, o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel de frente. Depois do city tour, o ônibus nos deixou na esquina do restaurante.

O Le Bouef sur le toit é um restaurante tradicional de Paris, que, com certeza, já teve seus áureos tempos e que agora nos pareceu um pouco decadente. O cardápio oferecido no pacote nos dava direito a escolher entre 2 opções de cada prato. As opções até que estavam razoáveis, comemos Bisque de lagostim de entrada, jantamos Frango supremo com creme de cogumelos e purê de batatas; e, de sobremesa, o famoso Crème brûlée.

Após o jantar, seguimos até a Champs Elyseé e pegamos o metrô para casa.

Para que pudéssemos descansar um pouco, para o 2º dia estava programada a visita ao Museu do Louvre e depois uma caminhada desde o Museu até o Arco do Triunfo, passando pelo Jardin des Tuileries, pela a Place de La Concorde e pela Champs Elyseé.

Tomamos café com algumas coisas que levamos de casa (sim, levamos uma “feirinha” na mala, com sachês de cafés solúveis, sopas em pó, miojos (!), cookies) e com os croissants que minha mãe comprou na brasserie que fica ao lado do apartamento e seguimos para o Louvre.

Chegando lá, como era de se esperar, a fila para comprar os ingressos estava gigantesca. Enquanto eu fiquei na fila, minha irmã e minha mãe foram dar uma voltar pelo Carrousel do Louvre (um minishopping dentro do Museu). Apesar da fila grande, ela andou rápido e, como era de se esperar, nos perdemos dentro do museu (imagine tentar localizar alguém que não levou chip internacional e que não estava usando o Wifi do Louvre). Foi 1 hora de puro desespero, mas por fim nos encontramos no saguão de frente para o local da compra dos ingressos. Pra acessar ao Louvre, por pessoa, pagamos 17 euros.

Passado o susto, entramos pela Ala Sully, onde vimos algumas antiguidades egípcias, gregas e romanas, seguimos até a Ala Denon, onde está a Mona Lisa e outras pinturas italianas e espanholas. Passamos a tarde quase toda no Louvre e não vimos tudo (nem daria, pois para ver tudo é preciso pelo menos uns 3 dias inteiros no museu), mas o pouco que vimos deixou minha mãe feliz (para mim e minha irmã já era a nossa 3ª visita ao Louvre, então seguimos o ritmo e a vontade de nossa mãe).

Para almo-lanchar, fomos ao Carrousel e comemos no Mc Donalds. Como minha mãe estava cansada e o tempo não ajudou, já que começou a chover mais forte, desistimos da caminhada e voltamos para o apartamento. Depois de descansar e da chuva passar, demos uma volta no bairro para localizarmos um mercadinho para comprarmos algumas coisas para nossos cafés da manhã. Na volta, aproveitei para reorganizar nossos planos e nos prepararmos para os próximos dias.

Aguardem a continuação dessa viagem nos próximos posts. Aproveitem e vejam os posts de outros países por onde já passei.

Até breve e boas viagens!

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Interlaken: um encanto entre lagos na Suíça

No nosso terceiro dia na Suíça, o destino foi a linda Interlaken. Localizada entre dois lagos (Thun e Birenz), a cidade é um encanto aos pés do Jungfrau (a mais alta estação de trem da Europa). A viagem de Zofingen até lá, de carro, levou cerca de 1h30, mas valeu a pena. Interlaken é pequena, tendo apenas pouco mais de 5000 habitantes, porém, por se tratar de uma cidade turística, o fluxo de pessoas por lá é muito maior.

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Logo que chegamos, como estava muito fomos tomar um café no Hooters. De lá, fomos andar a pé pela cidade. Logo em frente ao restaurante, há uma praça com um gramado muito grande, onde várias vacas estavam pastando. Fomos até elas, que pareciam acostumadas aos muitos flashs dos turistas.

Andando mais um pouco, chegamos ao cassino Kursaal, fundado em 1858, que, após liberação do governo suíço, voltou a funcionar como cassino desde o ano de 2002. Na frente do cassino, tem um belíssimo jardim, que serve de cenário para fotos de book de noivos e debutantes (uma moça com visual árabe estava com uma equipe fotografando lá no dia que em estivemos em Interlaken).

Seguimos nossa caminhada e fomos até a Katholische Kirche Interlaken (igreja católica de Interlaken) e a Castle Church (Igreja do Castelo). As duas igrejas, uma católica e a outra protestante, convivem em perfeita harmonia, lado a lado.

De lá, fomos ver alguns souvenirs nas muitas lojinhas da cidade. Alguns preços são bem convidativos, mas para alguns itens é bom pesquisar bastante (existem muitas opções de relógio suíços – de marcas famosas até os bem simples -, canivetes suíços, chocolates, imãs etc. Antes de comprar, pesquisem bem, pois os preços podem variar bastante). Em uma das lojas, compramos um relógio de presente para minha mãe, pois o preço estava bem convidativo. Na mesma loja, nos deparamos com uma barra de 4,5kg de Toblerone, mas o preço (cerca de CHF 129,00) não nos atraiu.

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Interlaken é uma cidade que permite aos visitantes de mais de um dia muitas atividades ao ar livre. Existem algumas empresas de saltos de parapente, de trilhas, de excursão até o Jungfrau, de arvorismo etc. Quem tiver tempo, disposição e uma bela grana sobrando, pode se aventurar pela cidade e região. Como ficamos por lá apenas uma tarde e ainda tínhamos mais 5 dias de Suíça pela frente, optamos por não fazermos o passeio do Jungfrau, que fez parte dos nossos planos quando buscamos o que fazer na Suíça. Porém, como o valor é bastante salgado (cerca de CHF 200,00 por pessoa), deixamos essa aventura para a nossa próxima ida a Suíça.

Voltamos para a Zofingen no começo da noite. No dia seguinte, deixaríamos a casa do nosso amigo e nos alojaríamos em Luzern, onde ficaríamos o restante da viagem, e que será o tema dos próximos posts sobre a Suíça.

Até breve!

Visita à Basel, na Suíça

O dia na Suíça mais uma vez começou o frio. Pela manhã, ficamos em casa, saindo apenas ao supermercado para fazermos compras para o almoço. O cardápio do dia seria o famoso prato Raclette, típico da Suíça, que é feito a partir do queijo raclete derretido e raspado sobre batatas cozidas, salsichas, bacon e outros ingredientes que preferir.

Após o almoço, nosso destino foi a cidade de Basel (ou Basiléia), 3ª maior cidade da país, localizada mais ao norte da Suíça, na fronteira com Alemanha. De carro, levamos cerca de 40 minutos de Zofingen até lá. Basel é um pólo financeiro e cultural, muito parecida com São Paulo. Lá, as pessoas vão basicamente para trabalhar; no centro da cidade, os prédios são mais frios e o modernos. Apesar disso, passando pelas ruas você facilmente consegue ver um castelo antigo, ainda preservado.

Andamos um pouco pela cidade, fomos até a estação central de trem, tomamos um café num restaurante ao lado e seguimos para o monumento da tríplice fronteira, localizada na região do cais. Lá, há um marco no encontro dos rios que seguem para a França, para Alemanha e para a Suíça.

De Basel não vimos muito, e de lá seguimos até a cidade de Rhein, na Alemanha, onde fomos até alguns outlets na esperança de encontrarmos algumas roupas mais baratas para comprar. Depois de muita procura, só quem ganhou foi meu marido, pois encontramos uma loja de calçados com preços bem acessíveis, onde compramos para ele uma bota do estilo Timberland. Ficamos na cidade até às 20h mais ou menos e voltamos para Zofingen, já que o nosso destino no dia seguinte (Interlaken) fica um pouco mais distante e levaria mais tempo de viagem para chegar até lá.

Até breve!

Suíça: o lugar perfeito para uma lua de mel

Começamos a planejar nossa viagem em Julho de 2015. A Suíça foi o destino escolhido entre tantas opções pensadas (Peru, República Dominicana, Porto de Galinhas, Fernando de Noronha…). Apesar da moeda local (Franco Suíço) ser mais cara que o Euro (o CHF estava cotado, em Fortaleza, a R$ 4,55), economizamos na hospedagem, pois o Daniel (meu marido) tem um amigo morando há 5 anos lá, então nos quatro primeiros dias da viagem ficamos na casa dele (em Zofingen), que fica a menos de 100 quilômetros da capital Berna e que serviria de base para os nossos passeios a outras cidades. Além disso não havíamos planejado muito o que fazer na Suíça. Não tínhamos expectativa dos lugares que iríamos visitar, meio que deixamos as coisas irem acontecendo. Nossa única preparação de julho até a nossa viagem era juntarmos dinheiro para fazermos a maior quantidade de passeios possíveis e pagar a hospedagem no hotel na cidade de Luzern, onde ficamos os últimos dias da viagem. A programação dos nossos dias por lá ficou meio a cargo do amigo do Henrique.

Chegamos em Zurich dia 11/11 à noite e de lá fomos direto para a casa do Henrique, em Zofingen, e ficamos em casa organizando o nosso destino no dia seguinte. Pela manhã, fomos conhecer a cidade e já sentimos um pouco o clima da Suíça.

Zofingen é uma cidade pequena, mas muito bonita e aconchegante. O clima medieval domina por toda parte. Quando chegamos, havia uma feira de rua com roupas, comidas, músicos e tudo mais que você possa imaginar. Uma recepção e tanto.

Voltamos para casa do nosso amigo e, após o almoço, fomos para Bern, a capital da Suíça e patrimônio da Unesco. A viagem de carro durou cerca de 40 minutos. Bern (ou Berna) é a cidade natal de Albert Einstein e também onde foi o Toblerone. Nossa primeira passagem foi pelo Rosengarten, um jardim muito bonito com vista panorâmica para a cidade e para o Rio Aaar.

Fazendo uma pequena caminhada, a nossa expectativa era que pudéssemos ver os ursos, que são os animais símbolos do cantão Bern, e que ficam no Bärenpark (uma área para visitação especialmente criada para eles). Porém, na época em que fomos (Novembro) os ursos estavam hibernando e só conseguimos vemos pelas câmera instaladas dentro das grutas deles.

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De lá, seguimos até o Zytglogge, relógio do tempo de Berna, que foi inaugurado em 1405 e que, quatro minutos antes da batida de cada hora, figuras do relógio (ursos, galos, bobos da cortes etc) que ficam na parte leste da torre se movimentam. Na sua inauguração, foi dada por apenas uma badalada pelo homem e até hoje o relógio continua nesse processo, sem precisar de qualquer outro estímulo para funcionar.

Seguimos mais um pouco pelas ruas da cidade, vimos a diversidade e a cultura da cidade (enquanto andávamos, vimos pessoas na rua jogando xadrez com peças enormes) e podemos assistir, ao anoitecer, um espetáculo muito bonito no prédio da Prefeitura de Bern. Estavam programados para acontecer no período de Natal um show de luzes e sons, projetado no edifício, contando um pouco da história da Suíça e nós tivemos o privilégio de assistir a esse espetáculo, que durou cerca de uma hora.

Como não havia muito texto falado, a gente pode compreender tranquilamente o que estava sendo contado através das músicas e das imagens que eram projetadas. Após o espetáculo, retornamos para Zofingen e combinamos que no dia seguinte iríamos até Basel, o destino da nossa próxima postagem.

Até breve!

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Embarque nessa com o Passagem na Mão!

California 2013 – Deslocamento e chegada

Oio! Saudações Terráqueos!

Continuando a viagem para os EUA, era hora de embarcar…

Nosso voo era as 7:00h (o que diabos aconteceu com os voos noturnos?!?!), babãe levou-nos para o aeroporto, e tudo ocorreu tranquilamente, fora o diacho de 1 hora de pé para fazer o check-in na TAM e as 3000 checagens de documentos…aaarrrrrghhh

Nosso voo era um share da TAM com AeroMéxico (SkyTeam), portanto com conexão na Cidade do México… Uma escala de 4 horas no aeroporto.

Entretenimento de bordo joião, telinha individual, filminhos, séries e etc…

Chegados no México, vocês não tem ideia da burocracia que é… Documento pra todo lado, filas, não se pode usar celular, você tem que preencher uns 3 formulários, isso tudo por que era só conexão… Se você preenche qualquer coisinha errada, volta pra fila, mais tempo…tinha pouca gente atendendo, sério, foi uma merda.

Tínhamos tempo, então meio que não estressou. Fomos ao lobby para a espera…

Isso porque descobrimos que o cazzo do terminal era outro, tivemos que pegar um aerotrem (recordações do Levy Fidelix) que te leva lá para o outro terminal….isso cheio de bagagens não é legal…

Comemos em um Carl Jr’s e era um prelúdio do tipo de comida que encontrariamos no México do Norte, ooops, California. Picante e doce….sério? hamburger picante e doce???

No México, as pessoas são educadas, mas no geral você é muito mal tratado pelas empresas. Não ligam muito para o conforto, ou ainda, o correto, sempre fazem tudo na Gambiarra.

Embarcamos, finalmente.

Ao entrar no avião a gente já percebe a cagada que é a AeroMexico, aliás, você percebe o nível uma empresa aérea quando a tripulação é feia… Geralmente quanto mais feia, pior…e caras, as mulheres da AeroMexico eram horríveis… Ogras mesmo…

Ao entrar no avião, a sensação era exatamente essa:

E eu falo sério, mó clima de busão, tudo apertadaço, afff…dá agonia só de lembrar, e as próximas 4 horas foram assim amigos…

Serviço de bordo nível GOL, até  aí nenhuma novidade, entretenimento de bordo é seu iPad mesmo, isso até ele acabar a bateria e você querer se matar…

Eu já voei de várias companhias, mas a AeroMexico me lembra os tempos de CVC…

Enfim, depois de 4 horas, finalmente SOLO!

Na chegada, por mais agressivo que seja o medo americano, foi tudo tranquilo, aeroporto vazio eram mais de 23:00, cansados por tudo. Pegamos a bagagem e começamos os procedimentos de entrada.

Para quem já foi pra lá sabe, são 2 barreiras, uma da Customs (alfandega) e outra da Polícia mesmo…

Na Customs, ele te pergunta as coisas, da viagem, te registra e faz o controle de passaporte.

Na polícia que o bicho pega… Pergunta, fuça nas suas coisas, faz terror. A gente viu uma família chinesa sofrendo bullying…

Chegou nossa vez, fui na frente já com o  PASSAPORTO na mão, ele me perguntou quantos dias, perguntou se era minha esposa e já era…. não durou 2 minutos…. Minha esposa ficou puta, das outras vezes que ela foi fizeram ela mostrar a carta da empresa, visto e etc…com o Vermelhinho, sem crise… Nem viram o passaporte dela na polícia…

Nem na Europa eu entrei tão fácil.

Bom, pronto, chegamos… Agora que começa a viagem.

California 2013 – Preparações

Pois bem, já com todas as devidas apresentações vamos ao que interessa.

Nenhuma viagem começa quando você entra no avião… Ela começa muito antes, talvez ainda, na manifestação da vontade de viajar (entendedores de direito entenderão).

Feito isso surgiu uma viagem para minha digníssima esposa, e como era no CARNAVAL, eu pensei, por que não? POR QUE NÃO?

A gente recebeu a notícia da viagem no finalzinho de dezembro/12 então teríamos que nos aviar muito rápido.

Viajar para os EUA é sempre um saco, você precisa ficar se justificando e etc etc etc e talz… E por inúmeros motivos eu teria que tirar visto (puts)…

O caso é que eu sou descendentes de italianos e tenho a documentação em dia, então uma avaliação rápida de $$$ x tempo mostrou que tirar o passaporte italiano era muito mais conveniente. Eu o fiz, ficou pronto em 20 dias, 1 semana exata antes do embarque.

Mais Barato, Mais Bonito e abre bem mais portas que o visto americano
Mais Barato, Mais Bonito e abre bem mais portas que o visto americano

Agora precisávamos da passagem. Como foi tudo muito em cima, a empresa comprou AeroMÉXICO (não recomendo com todas as minhas forças) e pagou razoavelmente barato.

A gente queria ir no mesmo voo, se possível voltar no mesmo também… Mas então esperamos 1 semana para comprar a minha, na esperança de encontrar algo mais barato…que bobagem, dobrou o preço no mesmo voo… A epoca é de férias….vish…

Mas então compramos as passagens, ida iriamos juntos, na volta em separado.

A empresa ficou por responsável de reserva do hotel e do carro, porém os hotéis só dos dias de trabalho (semana do carnaval), o final de semana anterior não, então tivemos que reservar nós mesmos, já o carro eles dariam o período todo como compensação, pois ela estaria trabalhando no feriado (tadinha)… Descrevo os hotéis e o CARRO em breve…

Feitos todos os arranjos, todos os documentos em dia, embarcamos…

Viajando para o Chile

ENERGIA SOLAR EN CHILECom apenas 156 km de largura e 4.300 km de comprimento, o Chile é um dos 2 países que não fazem fronteira com o Brasil (o outro é o Equador). Localizado entre a Cordilheira dos Andes e o Oceano Pacífico, o país possui clima variado ao longo de sua extensão (seco ao norte, mediterrâneo ao centro e frio ao sul). A capital, Santiago, localiza-se no centro do país, ao lado da famosa Cordilheira. É para esse cenário que viajo daqui a menos de 2 semanas! Continue Lendo “Viajando para o Chile”

Relato de viagem: Pelas praias do Ceará

Depois de quase 2 semanas, consegui um tempinho para parar e escrever como foi a semana que passei pelas praias do Ceará. Para começar, tenho que confessar que metade do roteiro pretendido não foi cumprido (clique aqui para ver post com roteiro completo). Alguns motivos: dias nublados, vontade de repetir praias, o friozinho e a cama nos chamando… Mas não vamos entrar em detalhes… 😉

Continue Lendo “Relato de viagem: Pelas praias do Ceará”

Relato de viagem: As praias de Floripa

Para aproveitar bem os 7 dias em Floripa, fizemos um roteirinho separando as praias pelas regiões da ilha. O problema foi que as saídas noturnas e a leve chuva em um dos dias atrapalharam um pouco o roteiro, mas tentamos ver o máximo que deu. Lembrando que se você estiver de carro é muito melhor, você vai parando, dá pra curtir mais em uma praia do que em outra, deixa de ir em alguma porque uma favoreceu… =P Continue Lendo “Relato de viagem: As praias de Floripa”

Relato de viagem: Um pulinho no RN

Depois de tantos posts apenas com pacotes de viagens, finalmente tive um tempinho para contar sobre a minha última viagem, destino: Rio Grande do Norte.

Apesar de Natal está a apenas cerca de 520km de Fortaleza, fui para o RN de avião, pois precisava chegar a tempo para o casamento do meu amigo (e agora afilhado) Bruno com a Paulinha. Fomos (eu e meus pais) dia 17 de novembro. Nos hospedamos no Hotel Parque da Costeira, localizado na Via Costeira, que é uma avenida à beira-mar cheia de hotéis, onde também localiza-se o Centro de Convenções de Natal. Continue Lendo “Relato de viagem: Um pulinho no RN”